- 23
- Apr
- 20
- Apr
Genebra/Suíça - A maior atração da Fiat no Salão de Genebra chama-se Fiat 500L, uma monovolume criado a partir do pequeno 500 com a função de aposentar a dupla Idea e Multipla na Europa. O modelo aparentemente estava nos planos da marca para o Brasil, no entanto executivos negam que o 500 “esticado” irá para o País neste primeiro momento, já que ele utiliza uma plataforma nova. Na verdade o novo monovolume da Fiat tem outras missões duras pela frente, como atrair as donas de casa norte-americanas e ainda concorrer com o Chevrolet Meriva, Renault Scenic e o futuro Ford B-Max no mercado europeu.
É feio, mas o 500L pode ser chamado de um “500zão”, pois o “L” em seu nome é para “Large” (grande). O CEO da Fiat, Oliver François, preferiu ser mais delicado durante o lançamento do modelo, comparando-o a um “capuccino” frente ao 500, que seria um expresso. O monovolume é 59 centímetros mais comprido do que 500 normal, 15 cm mais largo e 17 cm mais alto, chegando a 4,14 m de comprimento, 1,78 m de largura e 1,66 m de altura.
O 500L virá apenas na versão com cinco lugares, contrariando as especulações sobre uma versão com sete assentos. Apesar disso, os rumores acertaram boa parte das motorizações e anteciparam que o 500L terá três tipos de propulsores. Dois a gasolina: 0.9 litro TwinAir turbo de 85 cv e outro quatro cilindros 1.4 litro de 95 cv. E mais um a diesel: 1.3 MultiJet II de 95 cv. Todos contarão com o sistema start/stop e caixa de seis velocidades, exceto o 1.3 MultiJet II, que será equipado com um câmbio manual de cinco relações.
- 18
- Apr
Semana passada a Fiat deixou escapar as primeiras fotos do Viaggio. Agora surgem as primeiras informações oficiais sobre a motorização do sedã.
Com estreia marcada para o Salão de Pequim, que acontece no final do mês, o sedã italiano baseado no Dodge Dart terá motor 1.4 litros T-Jet com dois estágios de afinação, um que desenvolve 120 cv e outro com 150 cv. O câmbio terá opções de cinco velocidades manual e seis velocidades automático com dupla embreagens.
O Viaggio será fabricado em Changsha, na China, e deve chegar ao mercado local em setembro. No Brasil, o Dodge Dart chegará com outra pegada em 2013. Um motor 2.4 que gera 184 cv equipará o carro, que será um sedã premium. O Fiat Viaggio provavelmente também irá mudar de nome por aqui.
Fonte: Car and Drive
- 09
- Apr
A Fiat não está lá muito feliz com suas vendas na China, maior mercado mundial de veículos na atualidade. No último ano os italianos comercializaram pouco mais de 20 mil unidades no país oriental, número pequeno para o potencial do mercado local. A solução para começar a mudar essa situação tem nome: Fiat Viaggio.
Assim será batizada a versão italiana do Dodge Dart, primeira aposta de peso dos italianos para a China. Este é o primeiro produto da parceria entre a Fiat e a Guangzhou Automobile Group, que terá uma fábrica no país com capacidade para 170 mil carros/ano. O modelo fará sua estreia no Salão de Pequim e vai ganhar as ruas chinesas já no segundo semestre de 2012.
O carro ainda é um segredo, então não há informações sobre motorização, mas os boatos apontam para as versões 1.4 16V MultiAir Turbo e 2.0 WGE Tigershark, ambas de 162 cv. A plataforma é a Compact Wide, a mesma do Dodge. A ideia é compartilhar a base dos modelos para cortar custos e diminuir o tempo gasto com o desenvolvimento dos produtos.
O objetivo da Fiat é alcançar vendas de 300 mil veículos em 2014, o que representaria 2% do mercado chinês. De acordo com Sergio Marchionne, executivo-chefe do Grupo Fiat e Chrysler, o próximo passo dos italianos é desenvolver a marca Jeep no país.
Fonte: Car and Driver
- 04
- Apr
O Uno foi o hatch compacto e o carro mais emplacado. O Fiat tirou do Gol a posição que o Volkswagen ocupava há 25 anos consecutivos (veja no quadro).
Entre os sedãs compactos, o líder no trimestre foi o Voyage. O VW superou o Fiat Siena, o mais vendido no ano passado.
Essa dança das cadeiras foi influenciada por mudanças nas linhas de produção. O novo Siena acaba de chegar e o Gol reestilizado deve estrear no fim deste mês. Com isso, houve redução na oferta de ambos.
O Palio se consolidou na terceira posição do ranking. O hatch Fiat terminou 2011 em sexto lugar, mas a mudança de geração, em novembro, o colocou novamente em evidência no mercado.
Outro que se destacou no acumulado do primeiro trimestre foi o Fiesta. Dono do décimo posto em 2011, o Ford aparece em sexto no trimestre. O impulso é resultado das vendas da nova geração, feita no México, que se somam às do hatch baiano.
No pelotão dos médios, o destaque é o Nissan Tiida, que com 2.973 emplacamentos tirou do Golf o terceiro lugar de seu segmento. O VW teve 2.969 unidades vendidas no primeiro trimestre. As duas primeiras posições continuam com Hyundai i30 (5.213) e Ford Focus (4.196).
Entre as marcas de luxo, uma surpresa. É da Audi a segunda posição em vendas no primeiro trimestre. A fabricante ultrapassou a conterrânea Mercedes com 965 exemplares, ante 696. A liderança é da também alemã BMW (1.089).
Ao somar os comerciais leves aos automóveis, a Mercedes continua com a vantagem graças à van Sprinter. É líder, seguida por BMW e Audi, nessa ordem.
- 04
- Apr
Com o fim de março, a Fiat consegue repetir um feito até então bastante raro na história da indústria automobilística brasileira nos últimos 25 anos. O Uno conseguiu bater o volume de vendas do Gol pela terceira vez, depois das vitórias em fevereiro e dezembro do ano passado. O resultado parcial da Fenabrave para março mostra o compacto da Fiat com boa vantagem em relação ao hatch da Volkswagen: 23.109 contra 21.030 unidades – diferença de 2.079 carros. Com este resultado, o Uno se torna também o carro mais vendido do Brasil no acumulado do ano: 59.169 contra 58.673 unidades do Gol – pequena vantagem de 496 unidades para o Fiat.
A derrocada do Gol, justamente no momento em que a Volkswagen comemora 25 anos de liderança do modelo, já havia sido percebida em fevereiro, quando o compacto sustentou sua vantagem por apenas 256 unidades em relação ao Uno – foram 18.597 do Volkswagen contra 18.341 do modelo da Fiat. Na primeira quinzena de março, a reviravolta foi confirmada, com 10.955 unidades do Uno contra 9.973 vendas do Gol.
Em fevereiro do ano passado, pela primeira vez, o Uno vendeu mais unidades que o Gol. Foram 21.397 unidades do hatch da marca italiana contra 20.989 Gol. As vendas do modelo da Fiat foram impulsionadas pelo lançamento da nova geração do Uno, em maio de 2010, que caiu nas graças do público e aos poucos foi ganhando o mercado. O feito viria a se repetir em dezembro de 2011, quando foram vendidas 24.263 Uno e 24.231 do Gol.
Vale lembrar que a Fenabrave considera a venda de todas as versões disponíveis do VW Gol e do Fiat Uno. Portanto, o volume de vendas também inclui os populares Gol G4 – lançado em 2005 – e Fiat Mille – baseado no Uno original de 1983, que passou por uma profunda reestilização em 2004 –, mantidos pelas marcas como modelos de entrada.
Motor Dream
- 22
- Mar
- 16
- Mar
A maioria dos motoristas só se lembra da palheta do limpador de para-brisas em dias de chuva. Principalmente quando ela não cumpre devidamente o papel de varrer a água do vidro. O componente custa pouco – a partir de R$ 25 nas lojas consultadas pela reportagem – e deve ser trocado ao menos uma vez por ano para garantir boa visibilidade e, consequentemente, a segurança dos ocupantes do veículo.
“Se bem cuidada, a palheta dura ao menos um ano. Mais que isso é quase impossível, pois a borracha resseca por causa do sol, por exemplo”, afirma o chefe de Oficina do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Eduardo Fernandes.
Ele diz que manter os vidros limpos ajuda a preservar o componente. “Acionar o limpador com o para-brisa sujo pode provocar estrias na borracha.”
É recomendável limpar as palhetas com um pano úmido para eliminar grãos de sujeira. “Não use querosene, que danifica a borracha”, diz Fernandes.
Manutenção
A troca das palhetas leva no máximo cinco minutos e pode ser feita pelo motorista. Basta soltar a presilha no centro da haste do limpador e encaixar a nova peça (as instruções estão detalhadas na embalagem do produto).
- 24
- Feb
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A Fiat é a primeira montadora no Brasil a lançar um aplicativo que permite baixar o manual completo do carro por smartphone ou acessá-lo pelo celular. Desenvolvido pela AgênciaClick Isobar, o aplicativo Meu Fiat chega inicialmente para os modelos Novo Uno, Punto e Novo Idea.
O material está à disposição, grátis, no portal da montadora. Além do manual do carro, o aplicativo traz outras funcionalidades, como agenda personalizada com alertas programados (datas de revisão, manutenção, entre outros), localizador de concessionárias mais próximas para aparelhos com GPS, agenda com dados pessoais, atualizações de mensagens com notícias da Fiat e lançamentos. "O novo manual mobile integra os consumidores a este conceito de tecnologia além de representar a facilidade e o conforto no momento em que o cliente precisa consultar alguma informação sobre o seu Fiat”, informa João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “Desenvolvemos um aplicativo tão inovador quanto os últimos lançamentos da Fiat. Nada mais prático do que conhecer todos os detalhes do seu carro na palma da mão em qualquer momento do dia”, explica Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar. |
- 17
- Feb
Buracos, buracos, e mais buracos… Com o descaso das autoridades responsáveis pelas nossas estradas e ruas, é quase impossível não nos depararmos com eles diariamente.
A manobra ideal, é sempre tentar evitá-los, desviando o veículo, porém existem situações em que não é possível fazê-lo, portanto, se for inevitável “cair” em um deles, saiba como agir.
Não freie o veículo “no buraco”, procure diminuir a velocidade antes de atingi-lo, observando sempre se não há outro veículo muito próximo do seu, pois uma freada brusca poderá transformar um possível prejuízo em outro, se o motorista de trás não estiver atento à sua manobra.
Ao passar pelo buraco, pise na embreagem e deixe o carro solto, ou desengatado (em ponto morto), pois se a roda estiver travada, ou tracionada, o impacto será maior, podendo empenar o aro, estourar o pneu, desalinhar a roda ou danificar a suspensão.
Em dias de chuva, os buracos podem ficar encobertos pela água, portanto, sempre que possível, evite as poças d’água, caso não seja possível fazê-lo, ultrapasse-as em baixa velocidade.
Se após cair em um buraco muito grande que não tenha causado nenhum dano aparente o veículo começar a apresentar algum barulho na suspensão, ou começar a “puxar” para um dos lados quando estiver andando em linha reta, leve-o até uma oficina de sua confiança para verificar a extensão dos danos, pois pneus e suspensão em bom estado são fundamentais para sua segurança.
Uma forma simples de testar os amortecedores é pressionar com força o veículo para baixo sobre as rodas, ao ser solto ele deve voltar à posição original e ficar parado, se continuar oscilando, provavelmente os amortecedores terão que ser trocados.
- 10
- Feb
1- Conhecer os pontos cegos do carro. Todos os carros têm pontos cegos, mas a quantidade e a localização deles depende de cada modelo. Para saber aonde estão esses pontos, os retrovisores são essenciais. É preciso ter mais cuidado ainda com carros grandes, já que estes têm ainda mais pontos cegos. Nos veículos mais modernos já existe uma tecnologia que avisa quando algum objeto entra na área cega do motorista.
2- Semáforos. Na mudança de luzes nunca acelerar de imediato. Afinal, sempre tem alguém furando, ou distraido que pode provocar um acidente.
3- Retorno. Sempre fazer com cuidado e olhando para os dois lados. Antes de acelerar olhe para o sentido que irá andar para ver se nenhum objeto entrou na frente do carro.
4- Atenção por onde trafega. É preciso estar atento ao local por onde se anda. Afinal, é preciso respeitar os limites de velocidade, especialmente se estiver próximo de uma área escolar ou residencial.
5- Intersecções. É importante olhar duas vezes para a via ao lado, já que em uma fração de segundo, algo pode mudar.
6- Usar a faixa correta. Mesmo que em muitos lugares os limites de velocidade não sejam respeitados, é bom estar na faixa de velocidade correta. A via da esquerda é a rápida e a da direita a de baixa velocidade. Também é importante escolher uma faixa para ficar e não mudar a todo momento.
7- Ceder o lugar. A maioria dos acidentes automotivos acontecem em baixa velocidade quando um motorista se recusa a dar passagem a outro. A educação ao volante pode prevenir muitas colisões.
8- Manter distância. É bom se acostumar a circular com uma certa distância em relação ao carro da frente. Assim, em qualquer eventualidade há espaço e tempo para reação. Em altas velocidades esta distância deve ser ainda maior.
9- Cuidado com o carro. Uma prática importante é acostumar a manter o carro sempre em bom estado e manter os itens de segurança revisados. Pneus, amortecedores, freios, entre outros, precisam estar em bom estado para não terem seu funciomento comprometido.
10- Conhecer o seu carro. É importante conhecer as propriedades do carro que conduzimos. Isso pode ajudar em diversas situações, como saber aonde fica o extintor de incêndio e o comportamento do veículo em piso molhado.
Fonte: UOL
- 02
- Feb
Deixar o pé apoiado (descansando) sobre o pedal da embreagem enquanto dirige é muito comum entre os motoristas, e é um hábito um pouco difícil de perder, porém, caso isso não aconteça, pode causar grandes prejuízos para o bolso. A maioria das pessoas desconhece como isso prejudica o conjunto de embreagem.
Ao colocar o pé no pedal, qualquer que seja a pressão exercida, o motorista estará pressionando o diafragma do platô, e acionando o sistema de embreagem. Como a embreagem trabalha com um sistema de alavancas, a mínima pressão do pé no pedal é multiplicada por um peso muito superior sobre o sistema. Isso significa que o disco da embreagem fica permanentemente um pouco afastado do platô, causando superaquecimento e desgaste do disco, provocando “arranhões”, que invariavelmente decretam uma troca prematura do sistema. Em situações extremas, quando o desgaste for muito grande, você poderá acabar ficando no meio do caminho, pois o sistema fica permanentemente acionado e você acelera, acelera, e não sai do lugar.
Os principais sintomas de desgaste no sistema são: A sensação de que o carro “patina” ao arrancar (principalmente em subidas); dificuldades em acionar o pedal, pois se torna mais pesado; “arranhadas na caixa” na troca de marcha; se você tiver ouvidos mais sensíveis, também perceberá ruídos estranhos ao pisar no pedal.
- 02
- Jan
O sistema de amortecimento é um dos itens básicos para a segurança do motorista e dos passageiros do veículo, portanto, é imprescindível o uso de produtos de qualidade.
É necessário que sejam substituídos por novos quando atingirem os 60.000km, alguns um pouco mais, outros um pouco menos, mas, ressaltemos que deverão ser NOVOS, pois, amortecedor remanufaturado não é sinônimo de amortecedor novo.
É muito importante ressaltar bem isso, pois, os métodos usados na remanufatura de amortecedores são um tanto quanto inusitados, veja alguns exemplos:
- fazer um pequeno furo no corpo do amortecedor, retirando o óleo velho e substituindo-o por óleo de motor, fechando o furo com Durepox. Isto é errado, pois, o óleo do amortecedor necessita ser pressurizado corretamente para poder agir em sua total eficiência, além de que, óleo de motor, já está no próprio nome, é ÓLEO PARA O MOTOR, e só, já que os amortecedores utilizam um tipo de óleo especial para amortecedores;
- lixar o corpo do amortecedor e repintá-lo. Isto é tão errado quanto o anterior, pois, o óleo não foi substituído, a pressão não foi corrigida e os seus componentes internos desgastados não foram substituídos. A aparência pode estar ótima, mas a sua ação amortecedora continua tão comprometida e falha quanto estava antes da ''remanufatura''.
Então, para se obter um bom e eficiente resultado da troca de amortecedores, substitua-os por amortecedores novos, comprados em uma autopeças de sua confiança, ou, em alguma mais conhecida e tradicional, que, mesmo sendo mais cara, nos dá uma maior certeza de que o produto é de melhor qualidade.
Não arrisque, você está pondo em jogo a sua segurança quando compra produtos de procedência e qualidade duvidosas, além de que, é preferível gastar uma vez só, 300 reais em um par de amortecedores novos, com boa procedência, do que gastar várias vezes 100 reais em um par de amortecedores remanufaturados, de procedência duvidosa.


